A base alimentar do rebanho brasileiro é a forragem, e grande
parte da área coberta com pastagem em nosso país apresenta produtividade abaixo
do seu potencial, conhecidas como pastagens degradadas ou em degradação.
Para implantação de uma área com pastagem muitos pontos devem ser considerados e analisados para que, no final, seja feita a escolha da forrageira ideal para que conduza uma boa produtividade na área em menor tempo possível.
Um dos primeiros tópicos a serem analisados é o preparo do solo, correção de sua acidez e sua adubação para suprir a necessidade das forrageiras para seu melhor desenvolvimento visando aumentar o número de cabeças por hectare.
A escolha da forrageira é essencial para a produção de alimento para os bovinos em quantidade e qualidade. A melhor forrageira é aquela que melhor se adéqua ao clima da região a ser implantada visando o tipo de manejo disponível e tendo em mente menor infestação de pragas e doenças.
O tipo de manejo depende muito do grau econômico que o produtor está disposto a investir. Falaremos de dois tipos de manejo, convencional e rotacionado, destacando suas vantagens e desvantagens.
No manejo convencional as vantagens são diversas, dentre elas: menor mão de obra, baixo custo de implantação, maior desempenho animal. Dentre as desvantagens podemos destacar: baixa lotação alcançando no máximo 1,5 unidades de animal por hectare, grande desuniformidade do pasto, não é aproveitado todo o pasto produzido pelo poder de seleção dos animais possibilitando esgotar os carboidratos de reserva das raízes do capim, pois não há período de descanso, levando à degradação da pastagem, diminuindo o valor nutricional da forrageira.
No manejo rotacionado as áreas são divididas em piquetes que são submetidos a períodos alternados de pastejo e descanso. A grande vantagem deste método é propiciar um maior controle sobre o pasto, pois ele permite o tempo que as plantas estarão sujeitas a desfolha, tende a ser mais uniforme e eficiente.
Essa montagem é feita dividindo a área de uma fazenda em lotes, por exemplo em uma fazenda com 6 lotes de 50 animais o pastejo rotacionado deve ser iniciado reunindo todos os 300 animais em um só lote enquanto os outros ficam vedados, após pastejar o primeiro, todo lote deve ser transferido para o segundo lote e assim sucessivamente até retornar ao primeiro.
Apesar de simples e barato, geralmente há muita resistência à sua adoção devido à uma série de tabus que precisam ser quebrados pois, o pecuarista acredita que se misturar os lotes haverá competição entre os animais e que isso irá reduzir seu desempenho, no entanto, para que os animais tenham um bom desempenho o mais importante é que a oferta de forragem esteja em níveis adequados e claro, tomar cuidado com o espaço de cocho e sal disponível por animal e também o espaço de bebedouros. Em manejo de pastejo rotacionado onde não são observadas essas questões os animais perdem o seu desempenho, não só pelo cocho más também por disputa de água, que, aliás, nesse caso não é só em quantidade más também em qualidade da água, outros aspectos que não são feitos com muito pudor é o manejo dos animais no curral e espaço de porteiras, corredores.
O tamanho do lote depende muito do manejo da propriedade. Os lotes podem ser formados por até 1000 cabeças ou mais, no entanto lotes com 400 a 600 animais apresentam um bom resultado. Vacas com bezerros devem ser manejadas em lotes menores.
O primeiro passo é definir os locais onde serão implantados os sistemas de manejo rotacionado e as áreas de descanso. Em seguida, deve-se determinar o número de piquetes necessários e fazer a divisão. O número de piquetes depende do período de descanso e período de ocupação indicados para a forrageira que está sendo trabalhada. Quanto menor o período de ocupação para um mesmo período de descanso maior será a necessidade de número de piquetes.
Quanto maior o crescimento da planta forrageira menor deve ser o período de ocupação. Por outro lado quanto menor o crescimento da planta, maior o tempo de ocupação do piquete. No entanto, o pastejo rotacionado tem por finalidade o maior número de animais por hectare e maior ganho de carne.
Dentre as vantagens podemos citar: potencial de alta lotação, maior receita por unidade de área devido ao aumento da lotação, maior controle de manejo e menor risco de degradação do pasto. Em desvantagens deve-se destacar: maior custo inicial, maior mão de obra e menor ganho individual por animal.
Conclusão: concluímos através dessa pesquisa que, para implantação de um manejo rotacionado ou convencional temos que analisar quais as condições reais que o produtor tende a gastar, pois tamanho de fazenda, tamanho de rebanho, recursos hídricos, disponibilidade de mão de obra, gastos com investimentos e resultado final são fatores que levam à definição de qual manejo se adéqua melhor na propriedade.
Para implantação de uma área com pastagem muitos pontos devem ser considerados e analisados para que, no final, seja feita a escolha da forrageira ideal para que conduza uma boa produtividade na área em menor tempo possível.
Um dos primeiros tópicos a serem analisados é o preparo do solo, correção de sua acidez e sua adubação para suprir a necessidade das forrageiras para seu melhor desenvolvimento visando aumentar o número de cabeças por hectare.
A escolha da forrageira é essencial para a produção de alimento para os bovinos em quantidade e qualidade. A melhor forrageira é aquela que melhor se adéqua ao clima da região a ser implantada visando o tipo de manejo disponível e tendo em mente menor infestação de pragas e doenças.
O tipo de manejo depende muito do grau econômico que o produtor está disposto a investir. Falaremos de dois tipos de manejo, convencional e rotacionado, destacando suas vantagens e desvantagens.
No manejo convencional as vantagens são diversas, dentre elas: menor mão de obra, baixo custo de implantação, maior desempenho animal. Dentre as desvantagens podemos destacar: baixa lotação alcançando no máximo 1,5 unidades de animal por hectare, grande desuniformidade do pasto, não é aproveitado todo o pasto produzido pelo poder de seleção dos animais possibilitando esgotar os carboidratos de reserva das raízes do capim, pois não há período de descanso, levando à degradação da pastagem, diminuindo o valor nutricional da forrageira.
No manejo rotacionado as áreas são divididas em piquetes que são submetidos a períodos alternados de pastejo e descanso. A grande vantagem deste método é propiciar um maior controle sobre o pasto, pois ele permite o tempo que as plantas estarão sujeitas a desfolha, tende a ser mais uniforme e eficiente.
Essa montagem é feita dividindo a área de uma fazenda em lotes, por exemplo em uma fazenda com 6 lotes de 50 animais o pastejo rotacionado deve ser iniciado reunindo todos os 300 animais em um só lote enquanto os outros ficam vedados, após pastejar o primeiro, todo lote deve ser transferido para o segundo lote e assim sucessivamente até retornar ao primeiro.
Apesar de simples e barato, geralmente há muita resistência à sua adoção devido à uma série de tabus que precisam ser quebrados pois, o pecuarista acredita que se misturar os lotes haverá competição entre os animais e que isso irá reduzir seu desempenho, no entanto, para que os animais tenham um bom desempenho o mais importante é que a oferta de forragem esteja em níveis adequados e claro, tomar cuidado com o espaço de cocho e sal disponível por animal e também o espaço de bebedouros. Em manejo de pastejo rotacionado onde não são observadas essas questões os animais perdem o seu desempenho, não só pelo cocho más também por disputa de água, que, aliás, nesse caso não é só em quantidade más também em qualidade da água, outros aspectos que não são feitos com muito pudor é o manejo dos animais no curral e espaço de porteiras, corredores.
O tamanho do lote depende muito do manejo da propriedade. Os lotes podem ser formados por até 1000 cabeças ou mais, no entanto lotes com 400 a 600 animais apresentam um bom resultado. Vacas com bezerros devem ser manejadas em lotes menores.
O primeiro passo é definir os locais onde serão implantados os sistemas de manejo rotacionado e as áreas de descanso. Em seguida, deve-se determinar o número de piquetes necessários e fazer a divisão. O número de piquetes depende do período de descanso e período de ocupação indicados para a forrageira que está sendo trabalhada. Quanto menor o período de ocupação para um mesmo período de descanso maior será a necessidade de número de piquetes.
Quanto maior o crescimento da planta forrageira menor deve ser o período de ocupação. Por outro lado quanto menor o crescimento da planta, maior o tempo de ocupação do piquete. No entanto, o pastejo rotacionado tem por finalidade o maior número de animais por hectare e maior ganho de carne.
Dentre as vantagens podemos citar: potencial de alta lotação, maior receita por unidade de área devido ao aumento da lotação, maior controle de manejo e menor risco de degradação do pasto. Em desvantagens deve-se destacar: maior custo inicial, maior mão de obra e menor ganho individual por animal.
Conclusão: concluímos através dessa pesquisa que, para implantação de um manejo rotacionado ou convencional temos que analisar quais as condições reais que o produtor tende a gastar, pois tamanho de fazenda, tamanho de rebanho, recursos hídricos, disponibilidade de mão de obra, gastos com investimentos e resultado final são fatores que levam à definição de qual manejo se adéqua melhor na propriedade.

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