Bem vindo ao blog da disciplina de Bovinocultura do IFTM campus Uberlândia. Esse blog atuará como uma plataforma para registro de atividades avaliativas durante seus estudos nesse semestre.
domingo, 18 de dezembro de 2016
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Enciclopédia
Link das postagens dos vídeos de aula prática sobre contenção de animais, laçadas e nós:
https://www.youtube.com/watch?v=YvpGFgC2kIk
https://www.youtube.com/watch?v=N0x8wnZ4I_w
https://www.youtube.com/watch?v=UFogTbLewhc
https://www.youtube.com/watch?v=iWqQXq3RnQo
https://www.youtube.com/watch?v=YvpGFgC2kIk
https://www.youtube.com/watch?v=N0x8wnZ4I_w
https://www.youtube.com/watch?v=UFogTbLewhc
https://www.youtube.com/watch?v=iWqQXq3RnQo
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Pecuaristas do futuro
Quais as vantagens da aplicação do bem estar animal nos bovino?
O bem estar é um termo amplo que abrange tanto o estado físico quanto o mental do animal.Por isso qualquer tentativa para avaliar o nível de bem estar em que os animais se encontram deve levar em consideração a evidencia cientifica existente relativa aos sentimentos dos animais. Essas evidencias deverá descrever e compreender a estrutura, função e formas comportamentais que expressão o que o animal sente.
Livre de sede,fome e má nutrição;
Livre de desconforto;
Livre de dor injuria e doença;
Livre para expressar seu comportamento normal;
Livre de medo e estresse.
abaixo estão as 5 liberdades
Livre de desconforto;
Livre de dor injuria e doença;
Livre para expressar seu comportamento normal;
Livre de medo e estresse.
Estudos indicam que vacas leiteiras com distúrbios comportamentais decorrentes de manejo inadequado na ordenha, produzem menos leite, com concentração de cortisol mais alto, alem de teores de proteínas e gorduras mais baixos.
o gado manoseado com tranquilidade, sem gritos, chicotadas e correrias e bem mais tranquilo de obter bons resultados na hora da lida, diminuindo os riscos de acidentes.
Deve-se adotar as boas praticas de manejo, com a rotina realizando o manejo de forma racional. Na parte do manejo do bem-estar com raças leiteiras também e super importante pois ele bem aplicado pode dispensar até a ocitocina.
Um manejo adequado mostra o gado mais dócil, com maior ganho de peso menor mortalidade. Uma das formas de se adequar ao bem-estar-animal é também usando bandeiras brancas para o manoseio do gado, tirando de sena a famosa vara de ferrão. Pra ter um bom manejo são importantes tanto as instalações como o treinamento dos funcionários da fazenda. Boas instalações e currais fazem com que o manejo daquele animal fique mais fácil e menos estressante, mas as pessoas precisam saber como utiliza-lo corretamente.
hoje em dia podemos encontrar algumas soluções para este bem-estar-animal ser bem sucedidas, como por exemplo; currais ate estresse, em postas de parafusos, em muitos cantos, curral de espera com suas laterias todas fechadas, locais de sombreamento no curral para que os animais possam se proteger dos fatores climáticos(chuvas,vetos,raios solares, ventos , etc).
terça-feira, 30 de agosto de 2016
FENÔMENOS DA AGROPECUÁRIA
Características
do Zebuíno
O zebu
é uma espécie ou subespécie de bovino.
É, geralmente, corpulento, e apresenta uma grande corcova cheia de reservas
nutritivas. Por este motivo, é apelidado,
de boi de corcova ou Bos gibosus. A corcova é também chamada giba ou cupim no Brasil,
país onde a subespécie demonstrou grande potencial de adaptação. Algumas raças
dessa espécie: Nelore, Gir Leiteiro e outros.
Originário da Índia,
onde o grande rebanho não tem utilização para abate,
o gado foi objeto de diversos cruzamentos em dezenas de países, devido a sua
natural predisposição para a adaptação e resistência.
Características
do Taurino
Os bovinos taurinos
são os bovinos de origem européia, no caso dos taurinos eles não apresentam a
corcova (Giba ou cupim); eles são da espécie Bos taurus; são aqueles que na
criação estão voltados para a produção de leite, possuem ótima produção de
leite; algumas raças dessa espécie são: Angus, Jersey e outros.
Zebuínos da raça Gir Leiteiro
Gir leiteiro é uma raça originária da
Índia, do sul da península de Kathiawar em Bombaim. É uma raça de tamanho
médio, diferenciando-se das outras pela conformação de sua cabeça, que possui
fronte muito larga e convexa, o que a faz inconfundível. Os chifres são caídos
e dirigidos para trás, um pouco para fora e encurvados para cima. As orelhas são
longas e terminam em uma ponta. Sua pele é solta; a cor típica é branca
manchada de vermelho, existem estirpes com mais vermelho que branco, e se
encontram exemplares pretos com excelentes resultados em produção de leite.
O pescoço é curto e grosso nos touros
e fino nas vacas. A giba é grande e em forma de rim. O dorso e o lombo são
largos e horizontais e a garupa também.
Zebuínos
da raça Nelore
Nelore é una raça originária da Índia.
Os exemplares da raça Nelore se caracterizam por serem animais de porte médio a
grande, de pelagem branca, cinza e manchada de cinza.
A pele é preta, rica em melanina,
fator que funciona como protetor contra os raios solares, de extrema
importância para as regiões tropicais e subtropicais.
Os cornos são de cor escura,
firmemente implantados no crânio, cônicos e mais grossos na base de seção oval.
As vacas adultas medem em média 165 cm de comprimento e 155 cm de altura,
chegando seu peso a 800 kg. Os touros, com 177 cm de comprimento, 170 cm de
altura, 230 cm de perímetro torácico e 38 cm de circunferência escrotal, passam
com facilidade os 1000 kg de peso.
Taurinos da raça Angus
Origem da escócia,
esse tipo de gado bovino e rústico, de tamanho médio, mocho e de pelagens
vermelhas e preta. Algumas de suas características são: alta fertilidade,
facilidade de parto, boa produção leiteira, grande habilidade materna, resistência
a enfermidade, elevado ganho de peso e longevidade.
Taurinos da raça Jersey
Jersey é uma raça originária da Ilha
Jersey, situada no canal da Mancha, na Espanha. É uma raça orientada
exclusivamente à produção de leite. É considerada a segunda raça leiteira do
mundo quanto ao número de exemplares, pois se calcula que sua população total,
incluídos os cruzamentos, é superior a seis milhões de cabeças.
A vaca Jersey chama a atenção por seu
tamanho pequeno e sua feminilidade. É a melhor para produzir leite em qualquer
lugar do mundo, até mesmo em condições especiais como as do trópico. Suas cores
vão desde o baio claro, passando pelo marrom, até um tom quase preto, sendo
aceitas as manchas. O perfil é côncavo com fronte larga, cara curta e
descarnada. Possui cascos, borla da cauda e mucosidades escuras, o que lhe
confere uma alta adaptabilidade aos climas cálidos.
É um animal de tamanho pequeno, 125 cm
de estatura, e peso médio na fase adulta variando entre 350 e 430 kg. Apresenta
ossos finos e excelentes membros, o que lhe confere a possibilidade de
adequar-se com facilidade a qualquer tipo de topografia, inclusive zonas de
encosta. A raça Jersey se distingue de todas as demais raças de leite por seu
temperamento manso e afetivo.
Raças Sintéticas Senepol
O
Senepol tem tamanho moderado, cor padronizada e mocho. Dessa maneira permite a
obtenção dos lotes com carcaças frigoríficas mais padronizadas. O caráter
genético dominante faz com que suas crias nasçam naturalmente em 95% dos casos
herdando características dos taurinos.
Pela
origem genética aliada a um processo de seleção fechada por séculos nas ilhas
caribenhas, o Senepol, tornou-se um indivíduo com alta capacidade de adaptação
a diferentes ambientes. Adapta-se a diferentes níveis de manejo da
pecuária e encontra alimento em lugares que outras raças dificilmente têm
capacidade de obter.
O gado
Senepol apresenta um rebanho totalmente produtivo e longevo.
Raças Sintéticas Tabapuã
O
Tabapuã é uma raça brasileira fruto de cruzamentos entre o gado mocho nacional
e animais de origem indiana. É utilizada para a produção de carne.
As cores características são o cinza e o branco.
BIG BULL
O ESTRESSE TÉRMICO BOVINO
O estresse térmico é uma condição climática desfavorável, quando a temperatura ambiente excede a zona de conforto térmico aos animais,
A principal forma de se identificar animais sob estresse térmico “ calor ” é conhecer os animais e observar comportamentos atípicos tais como : animais que ficam mais à sombra; diminuição da ingestão de alimentos; aumento do consumo de água; descansam menos, pois tendem a permanecer em pé para amenizar o calor; apresentam sintomas de extremo cansaço; ficam com a respiração acelerada; começam a babar (salivação excessiva); diminuição na produção de leite e apresentam temperatura corporal acima de 39°C.
-Identificar com maior precisão animais sob estresse térmico é muito importante e determinante para minimizar a redução da produtividade durante o processo.
Estratégias de intervenção:
1ª) – Modificação física do Ambiente:
O sombreamento pode ser uma alternativa, tanto natural ou artificial. O natural é constituído pela sombra das árvores e o artificial é uma cobertura qualquer que ofereça sombra aos animais, tudo com objetivo de trazer um melhor conforto térmico em períodos de altas temperaturas.
Reduzir as distâncias de deslocamento e tempo de espera dos animais no curral.
Utilização de ventiladores pode ser uma opção para galpões de confinamento, currais de espera ou em áreas cobertas - este recurso apresenta grande eficiência na retirada de calor do animal e do ambiente.
O resfriamento evaporativo pode ser obtido por meio de sistema de nebulização associado à ventilação. O princípio dos nebulizadores consiste em provocar finíssimas gotas de água que gerem uma neblina, que deve evaporar antes de chegar à superfície do animal.
Utilização de equipamentos que produzem vapor de água e ventilação são um dos métodos mais utilizados para resfriar os animais, por apresentarem bons resultados.
2ª) – Desenvolvimento de Raças Tolerantes ao Calor :
Escolha de raças mais rústicas, resistentes e que mantem bons índices produtivos.
3ª) Nutrição :
Aumentar a porcentagem de minerais na ingestão de matéria seca total, aumentar o parcelamento dos alimentos ao longo do dia ( reduzindo a quantidade de alimentos por refeição ), alimentar os animais logo pela manhã e no final da tarde, evitando os horários de sol a pino e manter água de boa qualidade a disposição dos animais,
São práticas nutricionais fundamentais para minimizar os efeitos do estresse calórico,
Umas das principais consequências do estresse calórico são perdas severas na produção e reprodução, pois ocorre a redução da ingestão de alimentos, aumento da incidência de mastites, por quebra de imunidade bem como descontrole dos índices de o cio e consequentemente baixa fertilidade e reprodução.
O estresse térmico é um dos fatores de maior impacto econômico na eficiência do rebanho, tendo efeitos negativos tanto na produção quanto na reprodução de vacas leiteiras e bovinos para corte.
As consequências, são alterações dos parâmetros fisiológicos e comportamento, causando alto impacto produtivo e reprodutivo, gerando grandes perdas econômicas.
Enciclopédia
A base alimentar do rebanho brasileiro é a forragem, e grande
parte da área coberta com pastagem em nosso país apresenta produtividade abaixo
do seu potencial, conhecidas como pastagens degradadas ou em degradação.
Para implantação de uma área com pastagem muitos pontos devem ser considerados e analisados para que, no final, seja feita a escolha da forrageira ideal para que conduza uma boa produtividade na área em menor tempo possível.
Um dos primeiros tópicos a serem analisados é o preparo do solo, correção de sua acidez e sua adubação para suprir a necessidade das forrageiras para seu melhor desenvolvimento visando aumentar o número de cabeças por hectare.
A escolha da forrageira é essencial para a produção de alimento para os bovinos em quantidade e qualidade. A melhor forrageira é aquela que melhor se adéqua ao clima da região a ser implantada visando o tipo de manejo disponível e tendo em mente menor infestação de pragas e doenças.
O tipo de manejo depende muito do grau econômico que o produtor está disposto a investir. Falaremos de dois tipos de manejo, convencional e rotacionado, destacando suas vantagens e desvantagens.
No manejo convencional as vantagens são diversas, dentre elas: menor mão de obra, baixo custo de implantação, maior desempenho animal. Dentre as desvantagens podemos destacar: baixa lotação alcançando no máximo 1,5 unidades de animal por hectare, grande desuniformidade do pasto, não é aproveitado todo o pasto produzido pelo poder de seleção dos animais possibilitando esgotar os carboidratos de reserva das raízes do capim, pois não há período de descanso, levando à degradação da pastagem, diminuindo o valor nutricional da forrageira.
No manejo rotacionado as áreas são divididas em piquetes que são submetidos a períodos alternados de pastejo e descanso. A grande vantagem deste método é propiciar um maior controle sobre o pasto, pois ele permite o tempo que as plantas estarão sujeitas a desfolha, tende a ser mais uniforme e eficiente.
Essa montagem é feita dividindo a área de uma fazenda em lotes, por exemplo em uma fazenda com 6 lotes de 50 animais o pastejo rotacionado deve ser iniciado reunindo todos os 300 animais em um só lote enquanto os outros ficam vedados, após pastejar o primeiro, todo lote deve ser transferido para o segundo lote e assim sucessivamente até retornar ao primeiro.
Apesar de simples e barato, geralmente há muita resistência à sua adoção devido à uma série de tabus que precisam ser quebrados pois, o pecuarista acredita que se misturar os lotes haverá competição entre os animais e que isso irá reduzir seu desempenho, no entanto, para que os animais tenham um bom desempenho o mais importante é que a oferta de forragem esteja em níveis adequados e claro, tomar cuidado com o espaço de cocho e sal disponível por animal e também o espaço de bebedouros. Em manejo de pastejo rotacionado onde não são observadas essas questões os animais perdem o seu desempenho, não só pelo cocho más também por disputa de água, que, aliás, nesse caso não é só em quantidade más também em qualidade da água, outros aspectos que não são feitos com muito pudor é o manejo dos animais no curral e espaço de porteiras, corredores.
O tamanho do lote depende muito do manejo da propriedade. Os lotes podem ser formados por até 1000 cabeças ou mais, no entanto lotes com 400 a 600 animais apresentam um bom resultado. Vacas com bezerros devem ser manejadas em lotes menores.
O primeiro passo é definir os locais onde serão implantados os sistemas de manejo rotacionado e as áreas de descanso. Em seguida, deve-se determinar o número de piquetes necessários e fazer a divisão. O número de piquetes depende do período de descanso e período de ocupação indicados para a forrageira que está sendo trabalhada. Quanto menor o período de ocupação para um mesmo período de descanso maior será a necessidade de número de piquetes.
Quanto maior o crescimento da planta forrageira menor deve ser o período de ocupação. Por outro lado quanto menor o crescimento da planta, maior o tempo de ocupação do piquete. No entanto, o pastejo rotacionado tem por finalidade o maior número de animais por hectare e maior ganho de carne.
Dentre as vantagens podemos citar: potencial de alta lotação, maior receita por unidade de área devido ao aumento da lotação, maior controle de manejo e menor risco de degradação do pasto. Em desvantagens deve-se destacar: maior custo inicial, maior mão de obra e menor ganho individual por animal.
Conclusão: concluímos através dessa pesquisa que, para implantação de um manejo rotacionado ou convencional temos que analisar quais as condições reais que o produtor tende a gastar, pois tamanho de fazenda, tamanho de rebanho, recursos hídricos, disponibilidade de mão de obra, gastos com investimentos e resultado final são fatores que levam à definição de qual manejo se adéqua melhor na propriedade.
Para implantação de uma área com pastagem muitos pontos devem ser considerados e analisados para que, no final, seja feita a escolha da forrageira ideal para que conduza uma boa produtividade na área em menor tempo possível.
Um dos primeiros tópicos a serem analisados é o preparo do solo, correção de sua acidez e sua adubação para suprir a necessidade das forrageiras para seu melhor desenvolvimento visando aumentar o número de cabeças por hectare.
A escolha da forrageira é essencial para a produção de alimento para os bovinos em quantidade e qualidade. A melhor forrageira é aquela que melhor se adéqua ao clima da região a ser implantada visando o tipo de manejo disponível e tendo em mente menor infestação de pragas e doenças.
O tipo de manejo depende muito do grau econômico que o produtor está disposto a investir. Falaremos de dois tipos de manejo, convencional e rotacionado, destacando suas vantagens e desvantagens.
No manejo convencional as vantagens são diversas, dentre elas: menor mão de obra, baixo custo de implantação, maior desempenho animal. Dentre as desvantagens podemos destacar: baixa lotação alcançando no máximo 1,5 unidades de animal por hectare, grande desuniformidade do pasto, não é aproveitado todo o pasto produzido pelo poder de seleção dos animais possibilitando esgotar os carboidratos de reserva das raízes do capim, pois não há período de descanso, levando à degradação da pastagem, diminuindo o valor nutricional da forrageira.
No manejo rotacionado as áreas são divididas em piquetes que são submetidos a períodos alternados de pastejo e descanso. A grande vantagem deste método é propiciar um maior controle sobre o pasto, pois ele permite o tempo que as plantas estarão sujeitas a desfolha, tende a ser mais uniforme e eficiente.
Essa montagem é feita dividindo a área de uma fazenda em lotes, por exemplo em uma fazenda com 6 lotes de 50 animais o pastejo rotacionado deve ser iniciado reunindo todos os 300 animais em um só lote enquanto os outros ficam vedados, após pastejar o primeiro, todo lote deve ser transferido para o segundo lote e assim sucessivamente até retornar ao primeiro.
Apesar de simples e barato, geralmente há muita resistência à sua adoção devido à uma série de tabus que precisam ser quebrados pois, o pecuarista acredita que se misturar os lotes haverá competição entre os animais e que isso irá reduzir seu desempenho, no entanto, para que os animais tenham um bom desempenho o mais importante é que a oferta de forragem esteja em níveis adequados e claro, tomar cuidado com o espaço de cocho e sal disponível por animal e também o espaço de bebedouros. Em manejo de pastejo rotacionado onde não são observadas essas questões os animais perdem o seu desempenho, não só pelo cocho más também por disputa de água, que, aliás, nesse caso não é só em quantidade más também em qualidade da água, outros aspectos que não são feitos com muito pudor é o manejo dos animais no curral e espaço de porteiras, corredores.
O tamanho do lote depende muito do manejo da propriedade. Os lotes podem ser formados por até 1000 cabeças ou mais, no entanto lotes com 400 a 600 animais apresentam um bom resultado. Vacas com bezerros devem ser manejadas em lotes menores.
O primeiro passo é definir os locais onde serão implantados os sistemas de manejo rotacionado e as áreas de descanso. Em seguida, deve-se determinar o número de piquetes necessários e fazer a divisão. O número de piquetes depende do período de descanso e período de ocupação indicados para a forrageira que está sendo trabalhada. Quanto menor o período de ocupação para um mesmo período de descanso maior será a necessidade de número de piquetes.
Quanto maior o crescimento da planta forrageira menor deve ser o período de ocupação. Por outro lado quanto menor o crescimento da planta, maior o tempo de ocupação do piquete. No entanto, o pastejo rotacionado tem por finalidade o maior número de animais por hectare e maior ganho de carne.
Dentre as vantagens podemos citar: potencial de alta lotação, maior receita por unidade de área devido ao aumento da lotação, maior controle de manejo e menor risco de degradação do pasto. Em desvantagens deve-se destacar: maior custo inicial, maior mão de obra e menor ganho individual por animal.
Conclusão: concluímos através dessa pesquisa que, para implantação de um manejo rotacionado ou convencional temos que analisar quais as condições reais que o produtor tende a gastar, pois tamanho de fazenda, tamanho de rebanho, recursos hídricos, disponibilidade de mão de obra, gastos com investimentos e resultado final são fatores que levam à definição de qual manejo se adéqua melhor na propriedade.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Revoluções do Campo
-Quais
as práticas de manejo devem ser realizadas em bezerros recém-nascidos?
Apresentação
Para que a atividade
de bovinocultura, neste caso a de leite, seja lucrativa, é necessária que a
vaca tenha um parto por ano. Porém, não basta ter apenas um bezerro ao ano, mas
fazer com que ele sobreviva.
Com a intenção de evitar prejuízos
financeiros em relação ao manejo de bezerros recém-nascidos, serão abordados
nesse texto cinco manejos que devem ser dados a essa fase de criação de
bovinos, sendo:
1- Manejo
pré-parto;
2- Primeiros
cuidados no pós-parto;
3- Amamentação;
4- Segunda
semana pós-parto,
5- Instalações.
1-Manejo
pré-parto
Os cuidados com o bezerro começam antes do seu
nascimento com separação da vaca no sexto mês de gestação em um pasto
maternidade.
O pasto maternidade é o local onde a vaca
permanecerá por três meses antes do parto. Este deve estar situado próximo à
sede da propriedade de onde os animais podem ser observados constantemente e
deve ser de acesso rápido.
As fêmeas de primeira cria (novilhas) devem
ser mantidas em pastos separados das vacas já experientes, pois vacas em
trabalho de parto podem mostrar interesse por bezerros recém-nascidos de outras
vacas. Considerando que normalmente as vacas mais velhas são dominantes sobre
as novilhas, este tipo de interferência pode levar uma novilha a abandonar seu
filhote, resultando em maior número de bezerros abandonados, que apresentam
elevado risco de morte.
Além disso, problemas durante e após o parto
são mais comuns em novilhas (dificuldade para parir, falta de interesse pelo
bezerro, etc.). Assim, é necessário realizar as visitas para acompanhamento dos
partos com maior frequência. Isto é facilitado quando as novilhas ficam em
pastos exclusivos.
É
importante que esse pasto esteja recoberto com alguma forragem, de forma que
não haja formação de lama, tragam bem-estar e conforto para a vaca como o
acesso adequado ao alimento, água, sombra e local seco para se deitar.
Devem-se tomar alguns cuidados com a
alimentação e a saúde das vacas em gestação.
Vacas mal nutrida ou gorda terão dificuldades
para realizar o parto de forma normal, sendo necessária a intervenção humana.
Com isso, a alimentação dos animais deve ser
uma dieta balanceada a fim de manter um escore corporal no momento do parto.
|
Escore da condição corporal ao parto
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Magra: < 3,0
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Moderada: 3,0
|
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Boa: 3,5 a 4,0
|
A saúde do bezerro que irá nascer está
condicionada à saúde de sua mãe e por isso, deve-se estar atento a ela.
A vacina contra
a brucelose, com a vacina B19, deve ser aplicada apenas em fêmeas com idade
entre três e cinco meses, e no momento da vacina, identificar esses animais com
marca a fogo no lado esquerdo do rosto.
A vacinação
contra a leptospirose de todos os animais (em rebanhos de incidência alta) deve
iniciar em todos os bezerros de quatro a seis meses de idade, seguidas por
vacinações anuais (sempre com vacinas que abrangem o maior grupo de
leptospiras).
Como vacinação
estratégica, pode ser realizado um mês antes da estação reprodutiva.
Como vacinação
para a diarreia viral bovina (BVD), pode ser realizada em animais de oito a
doze meses e estrategicamente um mês antes da estação reprodutiva.
A
vacinação contra a rinotraqueite infecciosa bovina (IBR) é a partir de seis
meses de idade, revacinação aos dezoito meses ou antes da estação reprodutiva.
Revacinar anualmente independente da massa
corpórea ou do sexo animal.
É importante ressaltar que não se devem
vacinar animais em gestação, pois a reação antígeno-anticorpo pode não ser
realizada a tempo do parto e a vaca acabar desenvolvendo a doença e acarretar
problemas no feto ou mesmo aborto.
Animais que ainda estão dentro do prazo de
atuação da vacina não devem ser vacinados novamente.
2-Primeiros
cuidados no pós-parto
Normalmente
as vacas parem sem qualquer auxílio. O trabalho de parto dura poucas horas.
Sabe-se
que uma vaca está em trabalho de parto quando ela se levanta e deita repetidas
vezes, apresentando contrações abdominais e gemidos.
O
criador deverá procurar o auxilio de um veterinário se o trabalho de parto
durar mais de 12 horas e o bezerro não tiver ainda sido expelido.
Após o nascimento do bezerro é importante
ressaltar que a matriz tem o hábito de lamber a cria, realizando a limpeza das
vias respiratórias e de fazer a massagem torácica. Há casos, em que a vaca não
oferece essa atenção ao bezerro, por
isso o tratador deve secar e massagear o bezerro.
Deve-se estar atento às novilhas, que são
fêmeas de primeira gestação, pois podem apresentar problemas de parto ou mesmo
rejeição do bezerro.
O bezerro deve ser identificado (com
tatuagem, brinco, fogo ou nitrogênio) e receber uma ficha de acompanhamento.
Após o
nascimento, o bezerro deve permanecer junto com a mãe por pelo menos 24 horas.
Colostragem
Deve-se
fornecer o primeiro produto secretado pelas glândulas mamárias da vaca após o
parto que é o colostro que contém anticorpos que serão absorvidos pelo aparelho
digestivo do bezerro.
A qualidade do colostro depende do estado nutricional da vaca no
pré-parto, duração do período seco ou parto prematuro e raça da vaca.

O
bezerro nasce praticamente sem anticorpos contra os agentes de doenças. A forma
de adquirir estes anticorpos (defesa) é ingerindo o colostro.
|
Fornecimento de colostro (colostragem)
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Horário
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Quantidade (litros)
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Primeiras duas horas
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Três
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Duas horas após a primeira mamada
|
Três
|
|
Seis horas após a segunda mamada
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Dois
|
Após a sexta
hora do nascimento o aproveitamento do colostro começa a diminuir.
Em casos de
falta de colostro ou custo elevado para que a vaca possa produzi-lo, o produtor
pode optar por usar sucedâneo que são misturas preparadas para serem diluídas em
água e utilizadas pelo recém-nascido, depois da fase de colostro, em
substituição ao leite integral.
O colostro deve
ser utilizado apenas para amamentação de bezerros e não deve ser comercializado
devido ao fato de ser rejeitado pelos laticínios como sendo “leite sujo”.
Cura do umbigo
A cura de umbigo de bezerro recém-nascido é
de extrema importância e pode impactar no desenvolvimento do animal. Essa cura visa
secar o coto umbilical de forma a não atrair moscas e a fechar a porta de
entrada a microrganismos ao corpo inteiro. Por isso, deve ser prioridade A cura
de umbigo refletirá na saúde e produção do bezerro pelo resto da vida dele.
O corte do umbigo deve ser realizado
imediatamente após o nascimento sendo cortados com tesoura desinfetada com
álcool três dedos no coto do animal. Não se deve segurar o coto, pois caso o
bezerro se movimente ou a pessoa se mexa pode ocasionar destendimento do
aparelho digestivo.
A cura é feita com álcool iodado a 7%(o iodo
age como desinfetante e o álcool como desidratante que auxilia na velocidade de
secagem) em um copo com conteúdo suficiente para cobrir o umbigo durante trinta
segundos. Devem ser realizadas três vezes ao dia até que o umbigo esteja
completamente seco.
Para o álcool iodado, faz-se a mistura de
álcool comum e iodo a 10% na proporção de 1:1(Ex. 1 litro de álcool e 1 litro
de iodo a 10%) que deve ser armazenado em recipiente escuro, pois na presença
de luz solar o iodo perde as suas funções.
3-Amamentação
Após o colostro
é secretado o chamado “leite de transição”, cuja produção se estende de uma a
duas semanas.
Fornecer quatro litros por dia qualquer que
seja a dieta líquida utilizada, que deverá ser fornecida em duas refeições
diárias durante a primeira semana de vida do animal. A partir daí, uma vez ao
dia, de manhã ou à tarde, conforme mais conveniente para o produtor.
Existem dois tipos de amamentação: a natural
(em dois tipos) e a artificial.
Tradicional: o
bezerro mama durante toda a lactação, ou durante a maior parte dela. Neste
caso, o bezerro deve permanecer com a vaca por um período de tempo reduzido,
mas o suficiente para mamar com tranquilidade e recebe apenas o pasto como
suplementação. Deve-se ficar atento para a qualidade da pastagem,
principalmente a partir do quarto mês de idade do animal, quando a produção da
vaca começa a declinar mais rapidamente.Controlado: o bezerro mama por dois ou três meses. O sistema preconizado pela Embrapa (CNPGL) consiste em oferecer uma teta ao bezerro, em rodízio, durante o primeiro mês de vida. Durante o segundo mês, a ordenha é feita nos quatro tetos, sem, contudo, esgotar o ubre, deixando o bezerro mamar o leite residual. Após 60 dias de idade, o bezerro só é levado à presença da mãe se houver necessidade para a "descida do leite". Neste sistema, o bezerro deve ter à sua disposição, desde a segunda semana de idade, concentrado e volumoso de boa qualidade para compensar a redução da ingestão de leite.
Aleitamento artificial: após a fase de colostragem, o bezerro recebe a dieta líquida (leite integral ou sucedâneo) em balde ou mamadeira.
O tempo de amamentação é definido pelo
sistema de criação e pela finalidade que o bezerro terá.
Tradicionalmente, em função de diversos
resultados experimentais, tem-se adotado, como padrão, o fornecimento de quatro
litros de leite integral (“maduro”) por dia.
4-Segunda semana pós-parto
Após 14 dias de idade, os bezerros já são
capazes de ingerir alimentos sólidos, que começam a contribuir para as
exigências nutricionais, mas é só após o primeiro mês de vida que eles são
capazes de ingerir quantidades suficientes de concentrados que irão contribuir
com apreciável quantidade de energia metabólica.
Tanto o consumo,
como a qualidade do concentrado, assume grande importância na antecipação do
desaleitamento de bezerros, uma vez que a substituição do leite deve ser feita
por alimento sólido de elevada digestibilidade, com adequado nível proteico e
energético sendo palatável o suficiente para permitir ingestão apropriada,
suprindo assim as exigências dos animais.Tendo em vista que a desmama depende da existência de pré-estômagos funcionais, é importante restringir o uso de leite fluido na dieta, bem como fornecer, desde cedo volumosos e concentrados sólidos, os quais estimularão o desenvolvimento papilar do epitélio ruminal.
Características do concentrado inicial
Sabor adocicado - que pode ser conseguido com a adição de 7 a 10% de melaço;
Variedade de ingredientes - melhora a aceitabilidade por parte do animal;
Nível baixo de fibra (6 a 7%) e alto em energia - o concentrado deverá suprir as necessidades energéticas do bezerro quando este for desaleitado;
Níveis adequados de proteína (16 a 18%), minerais e vitaminas.
Após a desmama, a ingestão de concentrado aumentará rapidamente, devendo-se limitar a quantidade fornecida para estimular o consumo de volumoso. A quantidade de concentrado fornecida dependerá da qualidade dos alimentos volumosos disponíveis e dos objetivos da exploração, principalmente da idade desejada para a primeira parição. Normalmente, limita-se a 1 ou 2 kg de concentrado com 12 a 16% de proteína bruta, por animal por dia, até os seis meses de idade.
Ressalta-se ainda a necessidade de se renovar, com frequência, o concentrado colocado no cocho, principalmente nas primeiras semanas de vida do bezerro.
Deve-se começar o fornecimento a partir de pequenas quantidades e aumentar gradativamente de acordo com o consumo observado. Alimentos molhados e mofados são menos consumidos e podem provocar distúrbios digestivos.
Fornecimento
de volumosos
Bons fenos constituem-se no melhor alimento para bezerros, tendo em vista a constância na sua aparência, sabor, composição e boa palatabilidade, assegurando ingestão razoável de matéria seca. Os alimentos verdes também são excelentes, principalmente quando se utilizam forrageiras tenras, sendo o único problema sua inconstância em termos de qualidade podendo assim, ocasionar consumo irregular.
5-Instalações
Também é fundamental a manutenção de boas condições de higiene e sanidade, pois, caso contrário, a incidência de doenças e a taxa de mortalidade aumentarão drasticamente, comprometendo a eficiência da criação. Instalações úmidas, pouco ventiladas e com elevada umidade relativa do ar acarretam prejuízos muito maiores do que a ausência de instalações em criações onde os animais permanecem desabrigados.
Destaca-se, também, a necessidade de evitar a excessiva população de bezerros na mesma dependência, notadamente quando o ambiente é mal ventilado. O que se recomenda é o alojamento individual dos bezerros nos primeiros 60 dias de vida, tendo em vista restringir o instinto de mamar uns nos outros e assegurar melhor controle do consumo individual da ração.
As instalações para bezerros leiteiros podem variar amplamente, desde as mais simples tais como criações coletivas em piquete, até dependências individuais com controle de temperatura e umidade. Coletivas ou individuais encontram-se baias de diversas formas, construídas com diversos materiais, dotadas de diferentes tipos de pisos e camas e com variados dispositivos de alimentação.
Nos rebanhos não especializados, onde há necessidade da presença do bezerro ao pé da vaca durante a ordenha, também é frequente o emprego inadequado de locais contíguos à sala de ordenha, onde os bezerros são alojados coletivamente, sem se levar em conta diferenças individuais de idade ou de higidez, concorrendo assim para o baixo desempenho da exploração.
O uso contínuo de uma mesma instalação pode elevar a taxa de mortalidade por aumento da incidência de diarreias e outras doenças. A exalação de amônia, por deficiência na higienização e ventilação dos bezerreiros convencionais, é também outro fator que contribui para o aparecimento de problemas respiratórios.
Muitos pecuaristas têm abandonado as instalações convencionais para a estabulação de bezerros em razão da contínua incidência de problemas sanitários. A principal opção adotada foi o uso de abrigos individuais móveis (cabanas), normalmente de menor custo que os bezerreiros convencionais, e que se mostram associados com maior consumo de concentrados e melhor desempenho dos bezerros.
Além de permitir o controle do instinto de mamar uns nos outros, o emprego dos sistemas móveis apresenta as seguintes vantagens: redução da incidência de doenças infecciosas, devido à facilidade de translocação; facilidade de inspeção e tratamento, em caso de doenças e, principalmente, bom controle da alimentação, baixos custos e facilidade de construção.
O que se procura, dentro do sistema de criação, é baratear ao máximo os custos de produção.
Tipos de instalações
Casinha
tropical: possui telhado duplo, no qual a camada de ar entre duas telhas de
zinco forma um isolante térmico; é leve, o que facilita sua movimentação;
propicia um ambiente arejado e seco. Possui estrutura em madeira, com suporte
para balde de água, comedouro e fenil em seu interior, sem paredes laterais
favorecendo a ventilação e o controle da umidade.
Sistema
Argentino: os animais são presos a
arames esticados em frente aos cochos de água e concentrado. Neste modelo, permite-se
maior movimentação do bezerro e maior dispersão dos dejetos (urina e fezes),
que não se amontoam em um mesmo lugar. Portanto, não é necessário mudar o
animal de lugar devido ao acúmulo de matéria orgânica. Tal sistema pode ser a
opção mais indicada,
quando não se dispõe de área suficiente para mudar os animais de lugar
periodicamente.
Tradicionais: de alvenaria ou madeira,
onde os animais são alojados em boxes individuais fixos com área de 1,50 a 1,80
m², instalados no interior de galpões. Nesses boxes individuais é comum o uso
de piso ripado suspenso, que facilita a limpeza e reduz a exposição do bezerro
à umidade.Adaptação de galpões inativos existentes na fazenda: nos quais os animais nem sempre encontram condições apropriadas de temperatura, umidade e ventilação, daí podendo advir significativa incidência de doenças. A associação de alta umidade relativa ao ar e baixa temperatura ambiente é a maior responsável pela ocorrência de pneumonia em bezerros até 60 dias de idade.
Estacas individuais localizadas em piquete: tais estacas, às quais os animais são atados por corrente envolta em mangueira, não apresentam qualquer proteção climática, sendo provido apenas de fenil, balde para concentrado e balde para leite e água. As estacas normalmente são deslocadas dentro do piquete, a cada três dias, dando condições de pastejo e recuperação da pastagem.
Piquetes:
os bezerros são criados de forma coletiva e separados por faixa etária para
minimizar o risco de doenças. O ideal seria a separação em
categorias, de acordo com a idade: zero a 30 dias, 30 a 60, 60 a 120, etc. Até
30 dias, as diarreias e os problemas respiratórios são os maiores desafios para
os bezerros, enquanto que de 30 a 120 dias os problemas serão, na maioria das
vezes, a tristeza parasitária e os problemas respiratórios. Desta forma, os
lotes de bezerros devem ser pequenos para garantir boa observação e minimizar a
promiscuidade entre os animais. Além disso, é importante enfatizar que a
densidade animal vai ter um forte impacto sobre a saúde dos animais. Quanto
mais jovens são os animais, menor deve ser a densidade nos lotes de bezerros.
Bezerreiros
duplos: instalação consiste em um alojamento para dois bezerros, porém sem
contato físico e mantidos a distância por correntes. Os abrigos podem ser
construídos com diversos tipos de materiais, sendo eles os bambus, madeiras,
sombrites, lonas, entre outros. As medidas empregadas normalmente são: altura:
1,10 m; largura: 1,10 m e comprimento: 1,80 m.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Resumo do time: Big Bull
Apresentação
De acordo com a postagem relacionada, podemos entender que há muitos anos o Brasil vem fazendo um esforço para conseguir entrar no ramo de exportação de carne bovina, seja ela in natura ou congelada.De acordo com a lei estabelecida, pode proporcionar ideias novas , com que o Brasil e Estados Unidos terão que aumentar a produtividade de forma mais econômica e trabalhar mais nos sistemas de manejo e produção para exportar a carne in natura ou congelada. O presidente em exercício Michel Temer comemora o ato pois além de promover o aumento da produção bovina, também é um ótimo aliado para geração de empregos.
Com esse novo processo, facilitara para o Brasil a abertura para novos mercados, pois além de enviar toneladas ele também poderá receber de outros países. Com a abertura desse comércio, ocorrerá uma ótima condição de competitividade. Os produtores terão que se preocupar pela qualidade dos produtos oferecidos ao mesmo tempo, com a lei da oferta e procura, a fixação dos preços deverá ser mais justa com isso o consumidor acaba sendo beneficiado.
O aumento da participação brasileira no mercado internacional é mais reconhecido, também como na produtividades na área agropecuária só tem ampliar cada vez mais .
Contando que para as cotas de importação para os países aptos a vender para eles, fora da cota a tarifa é de 26,4%. Os Estados Unidos são os maiores produtores e consumidores de carne bovina in natura. O Brasil é o segundo maior produtor e maior exportador.Apresentação
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